Essa tragédia vai ficar marcada para sempre na história tilina.
Como eu já mencionei em outros posts, existiu esporadicamente uma infame operação apoiada pelo governo cujo o objetivo era matar gays. Na verdade, as operações sempre se limitavam a matar uma ou duas celebridades gays antes que a pressão da opinião pública começasse a pesar e interrompesse as operações.
No entanto, no governo de Tilinélson 5, a "operação mata-gay" ganhou contornos genocídas. Tudo começou quando um tilino, até hoje não identificado, enviou uma carta para o gabinete do presidente solicitando a retomada da operação mata-gay e que ele, se necessário, se encarregaria de dar cabo da operação. A resposta recebida uma semana depois foi surpreendente: um documento em branco, apenas com a declaração: "Declaro para os devidos fins que o governo apóia irrestritamente os procedimentos descritos neste documento." e a assinatura do então presidente Tilinélson 5.
O que a presidência não sabia eram os contornos dramáticos que a operação teria. O tilino encarregado da operação foi até uma base militar e solicitou um bombardeiro, que foi prontamente concedido, de acordo com o documento assinado pela presidência. O tilino então sobrevoou a Avenida Tilina, a mais importante do Tilinos Tilio, onde estava ocorrendo a parada gay, com público estimado de 5 milhões de tilinos, e descarregou todo o arsenal de bombas do bombardeiro. A tragédia tomou proporções colossais, pois o poder de fogo do bombardeiro era muito grande. Não só centenas de milhares de tilinos que desfilavam na parada foram atingidos, como parte dos prédios da avenida foi completamente arrasada. O saldo de mortos foi mais de 150 mil tilinos, com mais 300 feridos no bombardeio e na confusão que seguiu o bombardeio.
O presidente Tilinélson 5 ficou chocado com o acontecido e mandou suspender a operação mata-gay imediatamente. Ele declarou que ia aniquilar os responsáveis pela operação, mas sabe-se ele não pode fazer nada, de acordo com o documento assinado por ele mesmo.
A opinião pública ficou revoltadíssima e nunca mais houve outra operação mata-gay. No entanto, até hoje tanto a parada gay quanto a Avenida Tilina não se recuperaram da infâmia desse dia.
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Lamentável
ResponderExcluirRIP 150 mil gays. Grandes caras...
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