terça-feira, 23 de novembro de 2010

Tragédia na parada gay tilina

Essa tragédia vai ficar marcada para sempre na história tilina.

Como eu já mencionei em outros posts, existiu esporadicamente uma infame operação apoiada pelo governo cujo o objetivo era matar gays. Na verdade, as operações sempre se limitavam a matar uma ou duas celebridades gays antes que a pressão da opinião pública começasse a pesar e interrompesse as operações.

No entanto, no governo de Tilinélson 5, a "operação mata-gay" ganhou contornos genocídas. Tudo começou quando um tilino, até hoje não identificado, enviou uma carta para o gabinete do presidente solicitando a retomada da operação mata-gay e que ele, se necessário, se encarregaria de dar cabo da operação. A resposta recebida uma semana depois foi surpreendente: um documento em branco, apenas com a declaração: "Declaro para os devidos fins que o governo apóia irrestritamente os procedimentos descritos neste documento." e a assinatura do então presidente Tilinélson 5.

O que a presidência não sabia eram os contornos dramáticos que a operação teria. O tilino encarregado da operação foi até uma base militar e solicitou um bombardeiro, que foi prontamente concedido, de acordo com o documento assinado pela presidência. O tilino então sobrevoou a Avenida Tilina, a mais importante do Tilinos Tilio, onde estava ocorrendo a parada gay, com público estimado de 5 milhões de tilinos, e descarregou todo o arsenal de bombas do bombardeiro. A tragédia tomou proporções colossais, pois o poder de fogo do bombardeiro era muito grande. Não só centenas de milhares de tilinos que desfilavam na parada foram atingidos, como parte dos prédios da avenida foi completamente arrasada. O saldo de mortos foi mais de 150 mil tilinos, com mais 300 feridos no bombardeio e na confusão que seguiu o bombardeio.

O presidente Tilinélson 5 ficou chocado com o acontecido e mandou suspender a operação mata-gay imediatamente. Ele declarou que ia aniquilar os responsáveis pela operação, mas sabe-se ele não pode fazer nada, de acordo com o documento assinado por ele mesmo.

A opinião pública ficou revoltadíssima e nunca mais houve outra operação mata-gay. No entanto, até hoje tanto a parada gay quanto a Avenida Tilina não se recuperaram da infâmia desse dia.

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