Após a notícia de que a tentativa de assassinato contra o líder do movimento gay tilino Gayzalherds era parte da operação mata-gay, o então presidente Tilic resolveu dar um pronunciamento à nação condenando veementemente a operação mata-gay e toda a perseguição aos tilinos gays no país, anunciando medidas drásticas contra qualquer pessoa que ameaçasse ou agredisse gays.
Milhares de tilinos, revoltados com o acontecido, sairam às ruas para protestar. Muitos estavam a favor do governo, enquanto outros criticavam a atuação do governo por querer generalizar sobre um crime. Diversos setores da sociedade se engajaram na manifestação, em sua maioria exigindo o fim imediato da operação mata-gay e a execução imediata de todos os envolvidos.
De início, apenas alguns poucos grupos mais conservadores se manifestaram contra a posição do presidente Tilic, mais com objetivos políticos do que críticas ao movimento gay. No entanto, a medida que as investigações foram evoluindo, a polícia começou a encontrar indícios de que o ato poderia ter sido apenas o resultado de um assalto mal-sucedido. A forte atuação da imprensa oposicionista, liderada pela TV Tilino e a revista Seja, polemizaram sobre o assunto, condenando a atuação precipitada do presidente Tilic. E isso foi o suficiente para fazer o caldo entornar e voltar a massa de protestantes contra o governo.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Os dias de infâmia - revolta geral
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segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Os dias de infâmia - Gayzyz morto, Gayzalherds ferido
Os dias de infâmia foi um dos acontecimentos mais marcantes da história recente do mundo tilino. Um acontecimento levou a uma escalada de reações que levou o país a uma guerra civil e, finalmente, à mudança de governo de presidencialismo para parlamentarismo. Hoje comentaremos sobre o acontecimento que desencadeou toda essa reação.
Era apenas uma sexta-feira normal no Tilinos Tilio quando, ao cair da noite, um crime em um cruzamento do centro de Tilinos Tilio foi o estopim de uma revolução. Um tilino em uma moto emparelhou com um carro Boiolla e, após alguns disparos, fugiu do local. Dentro do carro, um tilino desesperado liga para a polícia, que chega apenas alguns minutos após o crime. Gayzalherds, o presidente do movimento gay tilino está ferido. Gayzyz, seu amante, teve uma sorte pior: está morto.
Por envolver uma pessoa de prestígio na sociedade, o crime logo tomou conta dos noticiários noturnos por todo o país. Ainda em choque, Gayzalherds não conseguiu dar mais detalhes sobre o crime e logo levantou-se a suspeita de que a infame operação mata-gay tivesse sido ressuscitada.
O famoso advogado Tilibleu Costa logo abraçou essa hipótese e conclamou a população a não aceitar esse flagrante abuso de poder ilegal por parte do governo, e isso foi o estopim para o início de um dos acontecimentos mais marcantes da história tilina.
Era apenas uma sexta-feira normal no Tilinos Tilio quando, ao cair da noite, um crime em um cruzamento do centro de Tilinos Tilio foi o estopim de uma revolução. Um tilino em uma moto emparelhou com um carro Boiolla e, após alguns disparos, fugiu do local. Dentro do carro, um tilino desesperado liga para a polícia, que chega apenas alguns minutos após o crime. Gayzalherds, o presidente do movimento gay tilino está ferido. Gayzyz, seu amante, teve uma sorte pior: está morto.
Por envolver uma pessoa de prestígio na sociedade, o crime logo tomou conta dos noticiários noturnos por todo o país. Ainda em choque, Gayzalherds não conseguiu dar mais detalhes sobre o crime e logo levantou-se a suspeita de que a infame operação mata-gay tivesse sido ressuscitada.
O famoso advogado Tilibleu Costa logo abraçou essa hipótese e conclamou a população a não aceitar esse flagrante abuso de poder ilegal por parte do governo, e isso foi o estopim para o início de um dos acontecimentos mais marcantes da história tilina.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
D'Antena
D'Antena era um apresentador de televisão bastante conhecido. Ele apresentava programas policiais na TV Tilord, cujo objetivo era mostrar o mundo cão na televisão. Sua característica principal era a falta de pudores em ofender, inclusive com xingamentos e palavras de baixo-calão os bandidos.
D'Antena foi o precursor deste tipo de programa na televisão tilina, e sua fama levou o programa a índices de audiência consideráveis, principalmente por causa das polêmicas suscitadas pelo seu estilo agressivo. Entre as polêmicas estavam os palavrões e xingamentos em horário inapropriado, a defesa da execução sumária dos bandidos, em especial os traficantes e viciados. Suas críticas ferrenhas aos governantes causavam um certo desconforto no governo, que tentou censurá-lo diversas vezes.
Próximo ao fim de sua carreira, no entanto, surgiu uma controvérsia. O filho de D'Antena, o apresentador de TV D'Antena Jr, foi identificado como viciado em drogas. Após este episódio, D'Antena parou de criticar os viciados, passando a vociferar mais energicamente contra os traficantes. Todavia, o rumor de que o D'Antena apenas fazia pose em frente as câmeras e secretamente comprava drogas pro filho viciado foi confirmado. Ainda que negado veementemente pelo apresentador, sua reputação ficou manchada.
Infelizmente a carreira de D'Antena foi interrompida de forma trágica. Diante da escalada de palavrões na televisão, o governo decretou que quem quer que dissesse um palavrão na tv seria morto. A lei claramente tinha como alvo o apresentador, que teve que deixar o programa que apresentava. D'Antena tentou emplacar uma carreira de narrador de futebol, mas vacilou durante uma transmissão e acabou deixando escapar um palavrão. Foi o suficiente para que sua carreira chegasse ao fim, sendo ele preso e executado.
Curiosamente, a lei foi revogada um dia após a morte de D'Antena. O governo alegou que a execução de uma figura tão carismática causou um impacto negativo na população, que questionou a lei e, para atender os apelos do povo, o governo suspendeu a lei enquanto ela não fosse melhor discutida. No entanto, pessoas dos bastidores do governo alegam que a lei foi feita apenas com o intuito de matar o D'Antena e, uma vez o objetivo cumprido, a lei foi extinta.
D'Antena foi o precursor deste tipo de programa na televisão tilina, e sua fama levou o programa a índices de audiência consideráveis, principalmente por causa das polêmicas suscitadas pelo seu estilo agressivo. Entre as polêmicas estavam os palavrões e xingamentos em horário inapropriado, a defesa da execução sumária dos bandidos, em especial os traficantes e viciados. Suas críticas ferrenhas aos governantes causavam um certo desconforto no governo, que tentou censurá-lo diversas vezes.
Próximo ao fim de sua carreira, no entanto, surgiu uma controvérsia. O filho de D'Antena, o apresentador de TV D'Antena Jr, foi identificado como viciado em drogas. Após este episódio, D'Antena parou de criticar os viciados, passando a vociferar mais energicamente contra os traficantes. Todavia, o rumor de que o D'Antena apenas fazia pose em frente as câmeras e secretamente comprava drogas pro filho viciado foi confirmado. Ainda que negado veementemente pelo apresentador, sua reputação ficou manchada.
Infelizmente a carreira de D'Antena foi interrompida de forma trágica. Diante da escalada de palavrões na televisão, o governo decretou que quem quer que dissesse um palavrão na tv seria morto. A lei claramente tinha como alvo o apresentador, que teve que deixar o programa que apresentava. D'Antena tentou emplacar uma carreira de narrador de futebol, mas vacilou durante uma transmissão e acabou deixando escapar um palavrão. Foi o suficiente para que sua carreira chegasse ao fim, sendo ele preso e executado.
Curiosamente, a lei foi revogada um dia após a morte de D'Antena. O governo alegou que a execução de uma figura tão carismática causou um impacto negativo na população, que questionou a lei e, para atender os apelos do povo, o governo suspendeu a lei enquanto ela não fosse melhor discutida. No entanto, pessoas dos bastidores do governo alegam que a lei foi feita apenas com o intuito de matar o D'Antena e, uma vez o objetivo cumprido, a lei foi extinta.
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