Após a notícia de que a tentativa de assassinato contra o líder do movimento gay tilino Gayzalherds era parte da operação mata-gay, o então presidente Tilic resolveu dar um pronunciamento à nação condenando veementemente a operação mata-gay e toda a perseguição aos tilinos gays no país, anunciando medidas drásticas contra qualquer pessoa que ameaçasse ou agredisse gays.
Milhares de tilinos, revoltados com o acontecido, sairam às ruas para protestar. Muitos estavam a favor do governo, enquanto outros criticavam a atuação do governo por querer generalizar sobre um crime. Diversos setores da sociedade se engajaram na manifestação, em sua maioria exigindo o fim imediato da operação mata-gay e a execução imediata de todos os envolvidos.
De início, apenas alguns poucos grupos mais conservadores se manifestaram contra a posição do presidente Tilic, mais com objetivos políticos do que críticas ao movimento gay. No entanto, a medida que as investigações foram evoluindo, a polícia começou a encontrar indícios de que o ato poderia ter sido apenas o resultado de um assalto mal-sucedido. A forte atuação da imprensa oposicionista, liderada pela TV Tilino e a revista Seja, polemizaram sobre o assunto, condenando a atuação precipitada do presidente Tilic. E isso foi o suficiente para fazer o caldo entornar e voltar a massa de protestantes contra o governo.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Os dias de infâmia - revolta geral
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Bando de imbecis! Se foi assalto ou não, o Tilic tinha agido certo. Operação mata-gay era um absurdo sem limites
ResponderExcluirIsso aí foi tudo uma tentativa de golpe por preconceituosos que não conseguiam aguentar ver tilicos viajando de avião.
ResponderExcluirCara, cala sua boca. Tilicos andando de aviao e o cúmulo. Deviam proibir
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