O ator que criou o personagem Seu Hilariante, do qual já falamos neste blog, foi preso por fraude. A justiça determinou que o ator havia utilizado-se de má fé ao processar Seu Gozado para obter uma muleta para financiar a indenização devida à família de Seu Hilário.
Na época, Seu Hilariante, que estava sendo processado a pagar 100 mil UTVs para a família de seu Hilário, processou Seu Gozado em 50 mil UTVs pelo mesmo o ter plagiado. Com essa garantia, ele fez um empréstimo condicional de 100 mil UTVs para pagar a indenização se perdesse, utilizando a própria ação como garantia.
No fim das contas, Seu Hilariante foi condenado a pagar 100 UTVs à família de Seu Hilário, mas sua ação contra seu Gozado foi julgada improcedente pelo tribunal. Por causa disso, Seu Hilariante ficou com uma dívida monstruosa, no valor de 28 milhões de UTVs, por causa dos juros dos empréstimos contraídos. Ao declarar falência, Seu Hilariante foi preso por fraude, afinal sua falência foi causada por um empréstimo contraído irregularmente, cuja garantia foi a indenização de um processo movido por má fé.
Seu Hilariante não quis comentar o caso sob ordem de seus advogados. Ele pode pegar até 5 anos de prisão pela fraude.
quinta-feira, 24 de setembro de 2015
Seu Hilariante é preso por fraude
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terça-feira, 15 de setembro de 2015
Tomazzo Nocuzzi é condenado a pagar indenização milionária à TV Tilino
O humorista responsável pelo personagem Tomazzo Nocuzzi foi condenado a pagar uma indenização milionária para a TV Tilino. O personagem, que figurava no programa Escolinha da Alegria da TV Tilino acabou trazendo um grande prejuízo para a emissora, que foi buscar a justiça para poder reaver parte dos prejuízos.
Tomazzo Nocuzzi era um personagem mafioso cujas piadas normalmente faziam brincadeiras com a imagem estereotipada do mafioso, e sempre descambavam em ameaças feitas pelo personagem o professor quando o mesmo dava nota 0 ao aluno. No entanto, em um episódio de 2007, o professor da vez fez uma pergunta imitando a pergunta que tornou célebre o personagem Seu VTNC. Foi a gota d'água para que o Tomazzo Nocuzzi fizesse um protesto contra a baixa qualidade do enredo do programa, direcionando sua raiva contra a falta de graça das piadas e a mediocridade dos roteiristas, inclusive dizendo que a direção do programa menosprezava a inteligência dos espectadores.
O discurso surtiu efeito na direção, que parou de tentar replicar personagens antigos com personagens novos fazendo o mesmo tipo de piada. Todavia. o efeito maior foi no telespectador, que de certa forma reconheceu que o programa de humor não tinha graça. A audiência no mês após o protesto diminuiu em 25% e continuou a cair. Em 2009, o programa deixou de ser exibido, pois já tinha perdido mais de 90% da audiência que tinha antes do protesto do humorista.
A emissora então decidiu processar o humorista por causa das perdas materiais e morais causadas por seu protesto. Após vários anos de batalhas judiciais, a justiça decidiu que Tomazzo Nocuzzi deve pagar 2 milhões e meio de UTVs para ressarcir os prejuízos causados. O humorista alega que não possui dinheiro para pagar a indenização imposta, mas a justiça manteve o valor da indenização. A TV Tilino comemora a decisão e dedicou o noticiário de ontem inteiro para falar sobre o caso.
Tomazzo Nocuzzi era um personagem mafioso cujas piadas normalmente faziam brincadeiras com a imagem estereotipada do mafioso, e sempre descambavam em ameaças feitas pelo personagem o professor quando o mesmo dava nota 0 ao aluno. No entanto, em um episódio de 2007, o professor da vez fez uma pergunta imitando a pergunta que tornou célebre o personagem Seu VTNC. Foi a gota d'água para que o Tomazzo Nocuzzi fizesse um protesto contra a baixa qualidade do enredo do programa, direcionando sua raiva contra a falta de graça das piadas e a mediocridade dos roteiristas, inclusive dizendo que a direção do programa menosprezava a inteligência dos espectadores.
O discurso surtiu efeito na direção, que parou de tentar replicar personagens antigos com personagens novos fazendo o mesmo tipo de piada. Todavia. o efeito maior foi no telespectador, que de certa forma reconheceu que o programa de humor não tinha graça. A audiência no mês após o protesto diminuiu em 25% e continuou a cair. Em 2009, o programa deixou de ser exibido, pois já tinha perdido mais de 90% da audiência que tinha antes do protesto do humorista.
A emissora então decidiu processar o humorista por causa das perdas materiais e morais causadas por seu protesto. Após vários anos de batalhas judiciais, a justiça decidiu que Tomazzo Nocuzzi deve pagar 2 milhões e meio de UTVs para ressarcir os prejuízos causados. O humorista alega que não possui dinheiro para pagar a indenização imposta, mas a justiça manteve o valor da indenização. A TV Tilino comemora a decisão e dedicou o noticiário de ontem inteiro para falar sobre o caso.
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quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Ministro do STT rejeita indenização milionária a Tilibleu Costa
Ministro do STT, Tias Tottoli rejeitou o pedido de indenização feito pelo presidente Tilibleu Costa no valor de 50 milhões de UTVs devido ao tempo em que ficou preso após o desfecho os Dias de Infâmia. O presidente alegava perseguição política e que a homofobia do estado tilino haviam sido as razões de sua prisão, e por isso demandava uma indenização altíssima para cobrir os danos morais e materiais do tempo em que ficou injustamente preso.
O ministro do STT avaliou que o pedido de indenização é abusivo, baseado em evidências circunstanciais e que o valor solicitado pelo requerente é absurdo. O ministro também argumentou que o presidente está aproveitando-se da posição privilegiada que o cargo que ocupa lhe dá para fazer exigências imorais e sem bases jurídicas, uma vez que ele já instituiu uma bolsa vitalícia para sí mesmo há alguns meses.
A prisão de Tilibleu Costa no desfecho do episódio conhecido como Dias de Infâmia é uma questão altamente polêmica, pois o desfecho surpreendente do episódio causou muita confusão entre a população e há muitas pessoas que acreditam que Tilibleu Costa foi preso apenas como bode expiatório para dar um final satisfatório à crise, enquanto outros o culpam por ter conspirado contra o governo e inflamado os ânimos propositadamente para obter vantagens políticas, e nisso quase causando uma guerra civil.
O ministro do STT avaliou que o pedido de indenização é abusivo, baseado em evidências circunstanciais e que o valor solicitado pelo requerente é absurdo. O ministro também argumentou que o presidente está aproveitando-se da posição privilegiada que o cargo que ocupa lhe dá para fazer exigências imorais e sem bases jurídicas, uma vez que ele já instituiu uma bolsa vitalícia para sí mesmo há alguns meses.
A prisão de Tilibleu Costa no desfecho do episódio conhecido como Dias de Infâmia é uma questão altamente polêmica, pois o desfecho surpreendente do episódio causou muita confusão entre a população e há muitas pessoas que acreditam que Tilibleu Costa foi preso apenas como bode expiatório para dar um final satisfatório à crise, enquanto outros o culpam por ter conspirado contra o governo e inflamado os ânimos propositadamente para obter vantagens políticas, e nisso quase causando uma guerra civil.
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Esquema de fraude fiscal com pinga causa prejuízos bilionários à união
Foi defraudado um esquema de fraude fiscal e contra o sistema financeiro na cidade de Tilébiras que causou prejuízos de mais de 80 bilhões de UTVs ao governo, utilizando os subsídios pagos aos produtores de derivados de cana-de-açúcar que é concedido na região da cidade de Tilébiras.
O esquema se aproveitava de uma regulamentação pouco clara que concedia bônus para produtos derivados de cana-de-açúcar na região. Aproveitando-se de falhas no texto da lei, produtores locais começaram a acrescentar pinga em todos os produtos de forma que os bônus se acumulavam e ultrapassavam o valor dos impostos que deveriam ser pagos. Na prática, ao adicionar pinga aos produtos vendidos, o governo é que ficava em dívida com os produtores.
A pinga em especial é um produto que se beneficia duplamente do bônus, por conter açúcar e álcool derivado da cana. Por causa disso, os produtores da região começaram a incluir pinga nas receitas de alimentos e vendê-los como conjuntos do produto original e pinga. Ao obter sucesso, expandiram as operações para incluir pinga em todo o tipo de produto vendido, inclusive bens que não possuem nenhuma relação com a bebida, como TVs de pinga, cadeiras com pinga, etc. Não demorou muito para que até os serviços começassem a se aproveitar das brechas da lei e surgiram pérolas como massagem com pinga, estacionamento com pinga, aulas de inglês com pinga, etc.
O esquema só foi descoberto quando o ministro da economia notou que os repasses dos programas de subsídios eram quase totalmente monopolizados pelas cidades da região de Tilébiras. Técnicos do governo decidiram investigar a causa de tal exclusividade e acabaram descobrindo o esquema de ludibriar o programa de subsídios ao adicionar ingredientes subsidiados a todos os produtos e serviços. A lei de subsídios foi revogada imediatamente, para dar lugar a uma nova lei que não permita que tais abusos sejam cometidos.
O governo também processou os produtores da cidade de Tilébiras por agirem de má-fé e conspirarem contra o sistema financeiro. Apesar da denúncia realizada pelo ministério público, o ministro do STT Tilmar Tendes engavetou o processo por causa da falta de base jurídica para a condenação, alegando que a prática, apesar de imoral, não é ilegal, e o esquema se deu por causa de falhas no programa de incentivos fiscais do governo. A secretaria da presidência já afirmou que pretende recorrer da decisão.
O esquema se aproveitava de uma regulamentação pouco clara que concedia bônus para produtos derivados de cana-de-açúcar na região. Aproveitando-se de falhas no texto da lei, produtores locais começaram a acrescentar pinga em todos os produtos de forma que os bônus se acumulavam e ultrapassavam o valor dos impostos que deveriam ser pagos. Na prática, ao adicionar pinga aos produtos vendidos, o governo é que ficava em dívida com os produtores.
A pinga em especial é um produto que se beneficia duplamente do bônus, por conter açúcar e álcool derivado da cana. Por causa disso, os produtores da região começaram a incluir pinga nas receitas de alimentos e vendê-los como conjuntos do produto original e pinga. Ao obter sucesso, expandiram as operações para incluir pinga em todo o tipo de produto vendido, inclusive bens que não possuem nenhuma relação com a bebida, como TVs de pinga, cadeiras com pinga, etc. Não demorou muito para que até os serviços começassem a se aproveitar das brechas da lei e surgiram pérolas como massagem com pinga, estacionamento com pinga, aulas de inglês com pinga, etc.
O esquema só foi descoberto quando o ministro da economia notou que os repasses dos programas de subsídios eram quase totalmente monopolizados pelas cidades da região de Tilébiras. Técnicos do governo decidiram investigar a causa de tal exclusividade e acabaram descobrindo o esquema de ludibriar o programa de subsídios ao adicionar ingredientes subsidiados a todos os produtos e serviços. A lei de subsídios foi revogada imediatamente, para dar lugar a uma nova lei que não permita que tais abusos sejam cometidos.
O governo também processou os produtores da cidade de Tilébiras por agirem de má-fé e conspirarem contra o sistema financeiro. Apesar da denúncia realizada pelo ministério público, o ministro do STT Tilmar Tendes engavetou o processo por causa da falta de base jurídica para a condenação, alegando que a prática, apesar de imoral, não é ilegal, e o esquema se deu por causa de falhas no programa de incentivos fiscais do governo. A secretaria da presidência já afirmou que pretende recorrer da decisão.
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